quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Reflexões da Alma




Auxilie sempre, pois só temos a ganhar com essa atitude, porém é preciso fazer de coração, sabendo que toda ação dentro do universo, toca sempre as reações que surgem em nossa vida nos levando a reflexão. Na verdade a vida é uma troca constante e quando ficamos muito ligados ao egoísmo é que não percebemos a riqueza e a generosidade da vida em si. Ao passo que se analisarmos com mais freqüência numa reflexão introspectiva, tudo o que estamos recebendo da vida em nosso dia a dia, podemos verificar em qual sintonia cada um de nós está se conectando, pois, a vida é uma troca e nos mostra através da reflexão, tudo o que estamos promovendo em direção ao bem, ou, provocando aquilo que não queremos por“Se quisermos Ajuda, é preciso Aprender a Ajudar e colaborar com tudo o que se Apresentar em nossa Jornada diária, se quiser Valores, é preciso Valorizar as Pessoas e as Coisas que já Temos a nossa Volta numa Reflexão de Vida”estarmos dentro de uma energia mais focada a negatividade. É bom analisarmos a nossa vida e perceber quais comentários estamos fazendo e quais pensamentos estão ligados durante o dia, com o tempo aprenderemos a diferenciar os bons pensamentos que nos levam para atitudes mais generosas, tornando assim nossos caminhos mais agradáveis, pois, será o reflexo de nossos próprios ideais. Se quisermos ajuda, é preciso aprender a ajudar e colaborar com tudo o que se apresentar em nossa jornada diária, se quiser valores, é preciso valorizar as pessoas e as coisas que já temos a nossa volta, se queremos companhia, é preciso dar a nossa companhia, assim todas as necessidades que se apresentarem em nossa vida, será suprido nesta troca maravilhosa que a vida nos proporciona. Uma vez que já sabemos que a vida é uma troca e isso faz parte das leis universais. Logo quando estamos necessitados das coisas é porque também nos fechamos e deixamos de ofertar criando “falta”, necessidades em nossa vida diária. Quando aprendemos nossa lição, o que parecia um problema torna-se-a um bem e nesta reflexão de vida entendemos que nascemos neste mundo para aprender, para nos capacitar e nos tornar hábeis diante das situações que a vida nos proporciona. Vamos aprender com mais vontade, para que a vida possa apresentar uma troca do melhor dentro do que oferecemos.

Vera   Luz


Fonte: http://www.inspiraalma.com.br/confianca-no-melhor/reflexao-

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Como diz Vanessa da Mata.. Esta boneca tem Manual?









Ahhh tem não... Que chato seria se todos viessem com manuais de instrução... Manual de modos operandi... Modo de usar... 
OO Fulano, faz isso nao... Esta no meu manual que nao gosto disso !!
O bom mesmo é a cada dia, descobrir o proprio modo de usar da pessoa !!!
Bom mesmo sao os amigos que nao necessitam de manuais proprios... E o melhor... Gostam mesmo é da sua falta de manual de instrução !!!!
Se todos viessem com manuais de instrução, bastaria somente ler.. Nao aprenderiamos nada, com relacionamentos, como se relacionar com as pessoas, e aprender com a vida !!
Ahhh e como aprendemos com estes manuais da vida... Sempre falo e ouço que os melhores manuais sao estes.. E as vezes nao ensina da melhor forma... Mas que com certeza aprendemos, e guardamos no nosso proprio manual de instrução para viver a vida !!! E que sempre consultamos este manual... Manual maravilhoso este chamado aprendizado !!
O pior de tudo na vida, é viver intensamente a procura de bonecas com manuais perfeitos.. Ou entao viver intensamente a procura manuais perfeitos para as pessoas !!!
Temos é que aceitar que a vida nos coloca em situações irrefutáveis, de aprendizado.. E aproveitar ao maximo estes manuais...
Hoje me deparei pensando e refletindo nisso.. E com uma coisa que nunca pensei em ter.. A crise dos 30.. Não fantasiar e nem procurar manuais em ninguem...
E ver que mesmo sem manuais a vida nos prega peças... Boas com certeza... E descobrir em cada coisinha que entra na nossa vida.. O porque.. E ver que tudo na vida, sao peças boas.. Claro.. Depois que as cortinas são fechadas, neste imenso mundo chamado Aprendizado.. Não existe melhor peça teatral de aprendizado que a propria vida...
Entao todos os dias ao acordar, abra a cortina de seu espetáculo, viva-a intensamente e o melhor de tudo, a cada final de dia, quando as cortinas do palco fecharem-se, anote em seu manual o aprendizado daquele dia.. Seu proprio Modos Operandi, antes que abram-se novamente as cortinas do espetáuclo do novo dia !!!
Aproveite a sua platéia, seus amigos, que estes são verdadeiros e nunca abandonarão voce em circunstancia alguma... Nao importa qual manual tenha utilizado para sua vida !!! Eles sempre ajudarão a voce, a reler o manual, e reescrever as linhas e aprender que nao existem manuais proprios.

Anderson Camara

Não feche a janela em que você está debruçado



Antes de tudo, temos que estar dispostos a mudar, sem isso nada acontece. Temos que ter força de vontade suficiente, temos que enxergar pelo menos 1% da verdade.
“Mudar é um ato de coragem, é aceitação plena e consciente do desafio, é trabalhar duro para o hoje. Trabalhar duro para o agora. Porém, os frutos são virão amanhã, quem sabe, tão distante…Mas quando temos a certeza de estarmos no caminho certo, a caminhada é tranquila. E quando temos fé e firmeza de propósitos, é fácil suportar as dificuldades do dia-a-dia. A caminhada é longa. Muitos ficarão a margem, outros vão retirar-se da estrada. Contudo, os que ficarem, chegarão, com certeza. Ao seu lado existem pessoas que participam da mesma caminhada, exercendo o mesmo papel que você na sociedade, com problemas e dificuldades também. E tem dúvidas sobre a mudança. Você poderá mostrar-lhes o que você sente e pensa a respeito das mudanças da vida e nas pessoas. Não feche a janela em que você está debruçado. Convide seu amigo amigo para estar ao seu lado para que vocês possam ter a mesma perspectiva. Tenho certeza que se assim procedermos, estaremos convencidos que dentro de algum tempo não será tão difícil mudar…”.

(Anjos Guardiães e Cabalísticos – Ângela Druzian)

Achei esse texto interessante em um blog e resolvi postá-lo , o texto fala  sobre as mulheres que amam demais...


Quando o amor ultrapassa fronteirase torna-se o nosso pior inimigo
Amar demasiado não significa amar muitos homens, ou apaixonar-se com muita frequência, ou mesmo ter um grande amor genuíno por alguém. Significa na realidade, ficar obcecada por um homem e chamar isso de amor, permitindo que tal sentimento controle as suas emoções e boa parte do seu comportamento
, mesmo percebendo que exerce influência negativa sobre sua saúde e bem-estar, e ainda assim achando-se incapaz de opor-se a ele. Significa medir a intensidade do seu amor pela quantidade de sofrimento.
E incluem-se aí mulheres que amam demais os filhos, a família, o parceiro, sentimento no qual chamamos de dependência de pessoas. Mulheres que ultrapassam os próprios limites por amor, por excesso de amor; e que por ultrapassarem, por se excederem, perdem a noção do comportamento que desenvolvem na relação elas retificam-se, redimem-se, mas reincidem nestes comportamentos. E este círculo vicioso acaba levando-as a comportamentos auto-destrutivos e a sintomas de doenças.
De certa forma incapazes de demonstrar suas emoções de outra maneira, as “madas” desenvolvem comportamentos e atitudes de perseguições constantes, vigilância, superproteção e até agressividade. Isto mesmo. Feridas até a alma no seu amor, agridem o objeto deste amor.
As Mulheres que amam demais têm pouca consideração com a sua integridade pessoal, dentro de um relacionamento amoroso. Concentram a sua energia na mudança do comportamento e sentimentos de outra pessoa com relação a elas, através de manipulações desesperadas com o intuito de conseguirmos domínio sobre elas.
Quando as nossas experiências na infância são bastante dolorosas, somos frequentemente compelidos a recriar situações parecidas em nossa vida
Quando acontece algo muito doloroso emocionalmente e dizemos a nós mesmas que falhamos, estamos na verdade dizendo que temos controle sobre isso: se nos modificarmos, o sofrimento cessará. Esse pensamento vale para todas nós. A dinâmica está por trás de muitas das auto-acusações em mulheres que amam demais. Culpando-nos, prendemo-nos à esperança de que seremos capazes de descobrir onde está o erro e corrigi-lo, controlando dessa forma, a situação e fazendo o sofrimento cessar.
MADA – Mulheres que Amam Demais Anônimas é um programa de recuperação para mulheres que têm como objetivo primordial se recuperar da dependência de relacionamentos destrutivos, aprendendo a se relacionar de forma saudável consigo mesma e com os outros.
O grupo foi criado baseado no livro “Mulheres que Amam Demais”, de 1985, da autora Robin Norwood, Ed. ARX. A psicóloga e terapeuta familiar Robin Norwood escreveu o livro baseado na sua própria experiência e na experiência de centenas de mulheres envolvidas com dependentes químicos. Ela percebeu um padrão de comportamento comum em todas elas e as chamou de “mulheres que amam demais. Ninguém se transforma numa mulher que ama demais por acaso. Crescer como mulher nesta sociedade e em famílias desajustadas, pode gerar padrões previsíveis Achávamos que amar demais e consequentemente sofrer demais era normal, mas, sofríamos as consequências de nossas atitudes
FAÇA O TESTE PARA SABER SE VOCÊ É MADA.
Responda Sim, ou Nao as perguntas abaixo, para aquelas que tenha duvida pense e responda mais tarde .
1.Você vem de um lar desajustado em que suas necessidades emocionais não foram satisfeitas?
2.Como não recebeu um mínimo de atenção, você tenta suprirmir a sua necessidade insatisfeita através de outra pessoa, tornando-se superatenciosa, principalmente com homens aparentemente carentes?
3.
Como não pode transformar os seus pais nas pessoas atenciosas, amáveis e afetuosas de que precisava, Você reage fortemente ao tipo de homem familiar mas inacessível, o qual tenta, mais uma vez transformar através de seu amor?
4.Com medo de ser abandonada, faz qualquer coisa para impedir o fim do relacionamento?
5.Se for para “ajudar” o homem com quem está envolvida, acha que: quase nada é problema, não toma o seu tempo, nem custa demais?
6.Habituada à falta de amor nos seus relacionamentos pessoais, está disposta a ter paciência, esperança, tentando agradar cada vez mais?
7.
Está disposta a arcar com mais de 50% da responsabilidade, da culpa e das falhas em qualquer relacionamento?
8.A sua auto-estima está criticamente baixa, e no fundo não acredita que mereçe ser feliz. Ao contrário, acredita que deve conquistar o direito de desfrutar da vida?
9.Como experimentou pouca segurança na infância, tem uma necessidade desesperadora de controlar os homesns com que se relaciona e os seus relacionamentos. Mascara os seus esforços para controlar as pessoas e as situações, mostrando-se “prestativa” ?
10.Está muito mais em contacto com o sonho de como o relacionamento poderia ser, do que com a realidade da situação?
11.É uma pessoa dependente de homens e de sofrimento espiritual?
12.Tende e com frequência, bioquimicamente a se tornar dependente de drogas, álcool e/ou certos tipos de alimento, principalmente doces?
13.Ao ser atraída por pessoas com problemas que precisam de solução, ou ao se envolver em situações caóticas incertas e dolorosas emocionalmente, Evita concentrar a responsabilidade em si própria?
14.Você tende a ter momentos de depressão, e tenta preveni-los através da agitação criada por um relacionamento instável?
15.Você não tem atração por homens gentis, estáveis, seguros e que estão interessados em si. Acha que esses homens “agradáveis” são enfadonhos?
RESULTADO
Se você respondeu SIM para mais de 5 perguntas sugerimos a leitura desses livros para um conhecimento maior sobre o tema.
Bibliografia sugerida:Mulheres que Amam Demais – Mulheres vencedoras – De Mariazinha a Maria – Mulheres boas vão para o céu, as más vão para a luta – Adeus Bela Adormecida – Mentiras que os homens contam.
 
Fonte: 
http://www.todavoce.com.br/testando/mulheres-que-amam-demais


Agora é com você....

Quem não deseja, após as fadigas de uma longa caminhada, encontrar um lugar onde possa descançar à sombra de árvores frondosas; refrigerar-se com a água fresca e cristalina de uma fonte e respirar o odôr de flôres perfumadas?
Assim, na jornada da vida, quão intoleráveis e áridos não seriam os nossos dias, se não tivéssemos para amenizá-los, a Esperança, essa "amável companheira da vida" que tanto nos alenta e estimula. Sem ela, o lavrador não teria tanta perseverança e constância para cultivar a terra, o marinheiro não arrostaria a sanha do mar furioso e embravecido; o enfermo não suportaria suas dôres, nem o cativo o peso do seu cativeiro.
...Não fôra a Esperança, sucumbiriamos ao peso dos males que se sucedem. "Ela tem a arte de separar de nós o que está em contáto conosco, e aproximar de nós o que julgamos inatingível; livrá-nos do presente, quando inoportuno, e nos traz o futuro, quando êste parece vantajoso".
Não existe lar, rico ou pobre, que não a acolha; não há coração, altivo ou humilde que não o abrigue. Por onde passa, deixa benefícios e consolações, sobretudo nos lares construidos em choupanas e casebres rústicos e nos corações desesperados e aflitos.
Se os corações abrigam essa esperança terrena, tão sujeita aos enganos, por que não acolher a mais promissôra esperança a divina, que não consente esperemos em vão? Po mais que nos alimentemos dessa Esperança, nunca será demasiado, pois tem por fim levantar-nos, fortalecer-nos, aliviar-nos as dôres e estancar-nos as lágrimas.
Saturemos nosso coração dessa Esperança, fresca viração que ameniza os ardores da vida. Estrela que brilha no firmamento da existência, nas noites mais sombrias; artista que sabe colocar sobre as urzes que cobrem nossa vida, flôres aromáticas; acorde melodioso extraídos das cordas de uma harpa, cujo som nos acompanha a vida até o dia em que alcançarmos o lugar que Deus nos reservou.




 Um beijo enorme da amiga Lívia Sallen Pires...!

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Como Fazer Chuca...



Nada melhor que fazer um sexo, um amor  gostoso e  limpo, não acham? Quando o sexo é anal a primeira  coisa a ser feita é a  conhecida “chuca’’ para que  algo possa entrar, tem que retirar outra.
A chuca é simples de ser feita, embora pra muitos pareça coisa de outro planeta, da mesma forma que lavamos outra parte do nosso corpo também temos que lavar o edí.
 Vamos precisar de um chuveirinho básico, liga ele no último   e o  acomode  na portinha do  fulano mas nada de enfiar o caninho no edi, pois não se trata do penis de seu namorado, por isso muita calma nessa hora, é so pra colocar na entrada e deixar que água entre suavemente sentindo aquela coisa fria tomando conta  do seu interior.  Cuidado pra não encher seu bumbum demais, nesse caso silicone resolve seu problema.
Depois que a água entrar.... não demora muito ela vai querer sair, mas é isso mesmo que queremos que aconteça. Vá ate o  troninho e digna de rainha, despeje tudo.  Sinta –se como um vulcão em erupção, espere um pouco e confira  pra ver se o conteúdo saiu totalmente ou terá problemas quando estiver no  ápice do prazer, algo quente e meio escuro pode  lavar e estragar  seu momento de prazer. ( enfim devemos ser limpinhas sempre)
 Se notar que a coisa ta feia ainda,  repita a operação sem esquecer de passsar um sabonetinho  logo após, mas cuidado  é so pra passar o sabonete, não é pra inventar moda .
Nunca eixe de fazer a chuquinha básica antes de um momento de prazer, para que o ambiente não fique com aquele odor horrível   e ainda correr o risco de  perder seu bofe. Caso aconteça, faça de conta que não é você quem esta ali,  afinal é natural, faça cara de quem  pouco ta se lixando e pergunta pro  sortudo se nunca alguém deu uma cagadinha  na hora H. Não desanime mesmo que sua   experiência não tenha sido favorável.

Falando serio agora....

 “Clysterium donare, postoe seignare, ensuita purgare”. “Chuca”, sangria e laxante. Antes do século 20, esses eram os principais tratamentos para qualquer tipo de doença. Essa frase, em latim, foi dita por um personagem de uma das sátiras de Moliére, famoso autor de comédias do século 17, e ironizava o ensino de medicina da época.
E o que é a “chuca”, afinal? Para quem não sabe, ela também é conhecida como enema ou clister. Trata-se de uma lavagem da porção final do intestino, a fim de facilitar a eliminação de fezes, em casos de prisão de ventre, ou para administração de medicamentos.
É feita com a aplicação de água morna dentro do ânus, através de um tubo ou um aplicador de borracha (o clister, encontrado em qualquer farmácia). Depois, evacua-se o conteúdo no vaso.
Entre os homossexuais, a chuca também é usada como uma medida higiência, a fim de evitar o “cheque”, vestígios desagradáveis de fezes que podem aparecer, sem serem convidados, durante sexo anal. Muitos usam a mangueirinha do chuveiro, e há até quem
tenha fetiche na prática, o que recebe o nome de clismafilia.



Das areias do Egito

Essa história de enemas e laxantes vem desde o Egito antigo. Para os antigos egípcios, as fezes estavam diretamente associadas a doenças e à morte, e receitas de utilização aparecem em papiros de mais de 3.500 anos atrás.
Na época, havia até um médico pessoal de um faraó da sexta dinastia que ostentava em sua tumba o título de “Guardião do Ânus”. Provavelmente, era o encarregado de administrar a chuca em seu divino governante...
O hábito da chuca cruzou o Mediterrâneo rumo à Grécia e, no encalço de Alexandre, o Grande, espalhou-se pelo mundo. É conhecido o uso de enemas desde a Índia e a China antigas até os índios nativos das Américas. A chuca praticamente alcançou toda a civilização sem se abalar, até o início do século passado.
A partir de então, a medicina se modernizou, e, por meio de comprimidos e outros tratamentos que privilegiaram a via oral, relegou o ânus ao ostracismo e ao preconceito. Atualmente, a “chuca médica” se restringe a algumas aplicações no diagnóstico de
problemas do cólon e algumas práticas naturalistas. Sua larga utilização (sem trocadilhos) ficou a cargo dos gays, que mantêm a tradição milenar.



Faz mal?

Hoje, porém, muitos gays pensam que a chuca faz mal. A resposta é: depende. Depende da chuca, da quantidade de líquido, do tempo de retenção da água, da freqüência... Até do médico procurado! Uns receitam chuca até para curar câncer. Outros acham qualquer tipo de enema um absurdo.
O gastrocirurgião Dr. Ricardo Góes, do Gastrocentro da Unicamp, é um destes. Para ele, a utilização de enema deveria se restringir a aplicações médicas específicas – como no uso de soluções químicas de contraste para ressaltar o colón durante um raio X, por exemplo. Qualquer outro uso sem acompanhamento médico e, principalmente, com outros ingredientes que não água, é inadmissível.
Em entrevista ao repórter Vides Júnior para a Sex Boys, o infectologista Dr. Ricardo Tapajós diz que é justamente a água o problema. Segundo ele, a água, além de retirar o muco protetor, pode causar microlesões internas. O ideal é não fazer nada, mas,
se a pessoa achar imprescindível, a lavagem, quando indicada, pode ser feita com produtos próprios encontrados em farmácias, que são balanceados e machucam menos.

Já o Dr. Ivan Jorge Ribeiro, diretor geral do Centro Médico Hiperbárico de São Paulo, vê a chuca de maneira mais inofensiva. “O principal problema é na utilização da água clorada (com adição de cloro), que destrói a flora intestinal, mas a utilização de água doméstica para uma limpeza usual ou mesmo uma prevenção antes do sexo anal não acarreta problemas”.
Para Ribeiro, o ideal mesmo seria fazer a chuca com água e uma pitada de sal ou com uma solução de soro caseiro (água com uma pitada de sal e cinco de açúcar), pois o sal ajuda a puxar mais água das paredes do intestino, hidratando o reto e facilitando a
limpeza dos poros.



Sem excessos

Quanto à frequência e quantidade, vale o dito popular: tudo que é demais faz mal. “Não é recomendado usar muita água de uma só vez”, alerta o Dr. Ribeiro. “Algumas pessoas [...] deixam a água entrar até sentir dor, para então evacuar, mas muita água pode romper o intestino, e essa dor já é indicativo desse rompimento [...]. O ideal é utilizar entre meio e um litro de água apenas”.
A água em excesso também pode causar dificuldade em reter as fezes ou o contrário: o intestino pode se acostumar com a chuca, ficar “preguiçoso”, e a pessoa passa a não conseguir mais evacuar normalmente. Pelos mesmos motivos, a chuca diária também
não é recomendada.

Além disso, uma alta freqüência pode perturbar a flora intestinal, resultando em diarréia e infecções, ou causar alteração na concentração de substâncias que conduzem corrente elétrica no corpo, o chamado desbalanço eletrolítico. No limite, o desbalanço pode até causar a morte.
Alguns sintomas dessa “overdose de chuca” são tonturas, suor e vômitos. Se isso começar a lhe acontecer sem motivo aparente, manere na mangueirinha – e procure um médico.

Autoritarismo?



Será possível aprender a ter autocontrole e assim evitar machucar as pessoas?
Por que tantas pessoas são autoritárias? Por que elas têm muita dificuldade de admitir que são assim? O que as leva a terem tendência para atitudes de controle de tudo e de todos, atuando como um trator, passando por cima de pessoas, de sentimentos dos outros, impacientes, facilmente irritáveis? Por que elas têm imensa dificuldade de admitir que erram? Será falta de humildade? Será que existe importante insegurança interior que as fazem agir por fora com agressividade enquanto que por dentro se sentem frágeis? Será um distúrbio de caráter que a psicologia sozinha não tem capacidade para resolver? Será uma opressão ou assédio maligno espiritual? Ou será uma combinação de tudo isto?
Algumas coisas são verdades nesse contexto: 
1)A atitude de mansidão é um poder;
2)A vitória não é dos agressivos que machucam as pessoas injustamente, ainda que a aparência indique que sim; 
3)Há uma guerra espiritual entre o bem e o mal e isto afeta o dia a dia de nossas vidas e a maneira como nos relacionamos com as pessoas; 
4)A pessoa realmente forte é aquela que administra construtivamente suas emoções e não aquela que se deixa levar por elas, explodindo aqui e ali, pisando em cima dos outros, manipulando, controlando, dando uma de vítima, ou atacando; 
5)Uma pessoa pode ser ao mesmo tempo mansa, dócil, equilibrada e firme, decidida, empreendedora, ativa; 
6)Há um distúrbio de caráter em pessoas agressivas que entra no campo do orgulho, presunção, prepotência, ironia, que só pode ser resolvido com instrumentalidades espirituais pois saiu do campo da psicologia; 
7)A mudança destes problemas é uma questão única e exclusivamente de decisão pessoal, ou seja, ninguém muda ninguém, e somente a própria pessoa que percebe ter realmente problemas de autoritarismo é que pode decidir, escolher fazer algo para mudar, mas se ela permanecer na defesa, acusando tudo e todos pelo jeito de ser, e não admitir a verdade de seu problema comportamental, nem Deus dá jeito, porque ela estará fechada para a luz e para a verdade da sua necessidade de mudança. Se a luz que há em você são trevas, quão grandes são estas trevas!
O jeito de falar autoritário da pessoa explosiva é desagradável porque, a entonação da voz, o ar autoritário, passa uma idéia de desrespeito pelo outro. A intenção consciente pode não ser de desrespeitar nem de agredir, mas a mímica facial, a mensagem do corpo, o tom das palavras, a carga emotiva, podem funcionar como um trator que vai arrastando tudo pela frente, não importando se o outro que está ali na frente é sensível, frágil, simpático, bondoso, ou não. Esta pessoa autoritária age como uma máquina ?esquecendo-se? que está lidando com pessoas. Será que ela se vê a si mesma como uma pessoa? Ou uma máquina? Ou nem se vê?
Parece que falta para a pessoa que tem este tipo de temperamento uma sensibilidade consciente, uma consciência de seu jeito agressivo e autoritário de ser. É como uma maioria de políticos que fazem promessas com um ar de prepotência e de como se fossem deuses capazes de resolverem em 5 anos complexidades da sociedade de décadas de existência, sem considerarmos os problemas de caráter dos indivíduos que são impossíveis de serem resolvidos pela via política. Eles atropelam a realidade semelhantemente como a pessoa autoritária e explosiva atropela a outra pessoa com seu jeito de agir inconseqüente, agressivo, insensível, imaturo e, muitas vezes, irresponsável. E assim como o político que cumpriu seu mandato sem cumprir o que havia prometido na campanha, entra em nova campanha e faz promessas semelhantes (e o povo acredita?!), o ?temperamental? vira para quem acabou de agredir com atitudes e jeito de agir, e diz: ?Puxa! Deixa de ser tão sensível!?, ?Nossa! O que foi que eu fiz para esta pessoa ter se magoado?? Ele pode não perceber. Ou percebe e age na maldade consciente.


O que falta nestas pessoas? Perceber que naquele momento em que elas estão sendo agressivas, elas estão sendo agressivas mesmo, que estão agindo de uma forma agressiva, pelo menos naquele momento. Falta perceber que esta forma agressiva de atuar delas é real. Não é uma questão de que o outro é sensível demais ou exagero do outro. Pode ocorrer isto, é verdade. Mas o chamado ?temperamental? exagera no falar com uma carga emotiva forte demais, desrespeitosa, que pode ferir. Falta respeitar o outro evitando ferir a dignidade humana, que é ferida quando alguém agride verbalmente, por questões de temperamento, agindo com a pessoa como se estivesse manejando uma máquina ou ferramenta pesada que exige movimentos brutos, ou como se estivesse rachando lenha com um machado.
No fundo algumas destas pessoas são frágeis, dependentes, inseguras, compulsivas que tentam esconder sua fragilidade, dependência e insegurança através desta maneira agressiva de agir, de falar, de se dirigir a outro ser humano. Porém, a outra pessoa não tem culpa de suas inseguranças afetivas, nem do fato de que o temperamental pode ter tido uma infância com fortes modelos de agressividade comportamental na família de origem, ou que seus sofrimentos do passado a tenham produzido esta maneira agressiva de viver (para se defender).  Para se defender, atacam. Ou, com medo de serem machucadas, reagem agressivamente. Seu comportamento parece ser ao mesmo tempo uma defesa e um ataque.
Pessoas assim, quando ameaçadas de ficarem sozinhas por quaisquer circunstâncias da vida, em geral (e há exceções), se sentem inseguras, e é quando podem mostrar seu lado dependente, frágil, inseguro. Aí pedem perdão, pedem desculpas, se é que fazem isto, mas já passou por cima do outro, já destratou demais, já produziu tanta dor, já criou afastamento. Daí a tendência é ficarem sozinhas na vida. Elas escolheram isto porque nosso comportamento tem muito de escolha e não de ?destino?. Até certo ponto construímos nosso destino.
Será possível aprender a ter autocontrole e assim evitar machucar as pessoas? Sim, é possível. A questão é se a pessoa autoritária irá abrir mão de seu jeito de ser para receber a mansidão. Ela pode ter se acostumado a funcionar assim por tantos anos que não crê ou não confia que pode ser feita uma pessoa mansa e ser feliz. Ela precisará ter a ansiedade excessiva diminuída, porque quanto mais ansiedade menor o nível de consciência, e com o nível de consciência diminuído como é que a pessoa vai perceber que está machucando os outros com seu jeito de ser?

Escrito por PortalNatural

Que proibir que nada!



Por: Silvia Amélia
Proibir o namorado ou aceitar uma proibição dele é a coisa mais absurda do mundo. Mas também não vamos jogar pedra em quem já entrou nessa. Isso acontece muito e às vezes sem que se perceba como começou. É comum nos primeiros relacionamentos amorosos ou quando namoramos alguém muito diferente de nós. Ou seja, tem que ter bastante insegurança mesmo como pano de fundo para um casal proibidão. 
Impressionante é que o ato de proibir pode ser entendido como carinho! Tipo a mãe da gente que nos proíbe de fazer algumas burradas quando somos adolescentes. É comum esta associação, a pessoa acredita que o outro a proíbe de algo porque a ama demais e quer protegê-la ou proteger a relação. Erro total! Adultos devem tomar suas próprias decisões, certo? Não quer dizer que vamos fazer tudo o que der na telha sem nunca ouvir a opinião de ninguém. Mas ouvir é uma coisa, obedecer é outra. Quando alguém te proíbe de algo ele te entrega – junto com as algemas – um bilhete imaginário escrito “não confio em você”.   
Por outro lado, acho que um casal deve comunicar coisas que acontecem na vida um do outro. Não é pedir, é avisar, comentar mesmo. Você resolve de supetão ir a um mega show enquanto o namorado está viajando. Acho legal comentar que esteve em tal lugar, tanto para evitar mal entendidos quanto (e principalmente) para compartilhar a vida . Mas pedir é terrível, pedir é delegar ao outro o controle da sua vida, pedir é abrir mão de pensar com a própria cabeça. E quem pede abre espaço para o outro dizer sim ou não, ou seja, para proibir. E se uma parte do casal proíbe um dia vai ouvir decretos proibitivos também. 

- Não vá para o mar, meu amor - E nem você vá para o continente - Melhor ficarmos para sempre assim - Isso mesmo, seremos estátuas, pois estátuas não mudam sozinhas de lugar
O escape mais fácil de uma relação cheia de proibições é a mentira. A parte mais sufocada começa a escapulir, a burlar as regras do outro, a omitir o que faz escondido para não ouvir chateações. Daí quando a parte enganada descobre uma mentirinha, faz aquele escarcéu, lança mais proibições e aperta o cerco na fiscalização se o que foi proibido está sendo cumprido. 
Este controle todo visa muitas vezes evitar que a outra pessoa seja quem ela é. Se é uma pessoa extrovertida, por exemplo, o namorado mandão a proíbe de manter contato com amigos homens na Internet, de cumprimentá-los com abraços efusivos ou de sair com a turma de faculdade depois da aula. A menina obedece e também o proíbe ver futebol no bar com os amigos na quarta-feira a noite. E uma coisa vai puxando outra e outra… 
O fim melhor (e mais complicado de se conseguir) para o casal proibidão é o recontrato. Todo relacionamento tem um contrato invisível. Nele estão escritas as regras, algumas em letras bem miudinhas que a gente assina sem ler. Quando chega num ponto sufocante em que não dá para continuar como está, a saída é sentar, conversar bastante, rasgar o primeiro contrato invisível e fazer um novinho em folha. O complicado disso é que os dois têm que estar super a fim dessa mudança. Ou, ao menos, estarem cientes de que, sem ela, a relação vai morrer asfixiada.  
Eu acho que só temos que pedir quando a decisão afeta diretamente a outra pessoa. Por exemplo, se você mora com o namorado e deseja hospedar uma amiga por uns dias, tem que perguntar “e ai, tudo bem para você?”. O que afeta os dois deve ser decidido em conjunto – e só. Já repararam que até o tradicional pedido de namoro não é um pedido, mas uma sondagem. Não se diz “posso namorar com você?” mas “você QUER namorar comigo”? É que vontade dos outros não é torneira que você vai e desliga. Cada vontade impedida é gás dentro de bexiga de festa. Sopra um pouquinho, enche e pum! A minha opinião é essa, repressão não traz fel
Vamos dizer Não ao Não.....
@silviamelia