domingo, 26 de fevereiro de 2012

Não feche a janela em que você está debruçado



Antes de tudo, temos que estar dispostos a mudar, sem isso nada acontece. Temos que ter força de vontade suficiente, temos que enxergar pelo menos 1% da verdade.
“Mudar é um ato de coragem, é aceitação plena e consciente do desafio, é trabalhar duro para o hoje. Trabalhar duro para o agora. Porém, os frutos são virão amanhã, quem sabe, tão distante…Mas quando temos a certeza de estarmos no caminho certo, a caminhada é tranquila. E quando temos fé e firmeza de propósitos, é fácil suportar as dificuldades do dia-a-dia. A caminhada é longa. Muitos ficarão a margem, outros vão retirar-se da estrada. Contudo, os que ficarem, chegarão, com certeza. Ao seu lado existem pessoas que participam da mesma caminhada, exercendo o mesmo papel que você na sociedade, com problemas e dificuldades também. E tem dúvidas sobre a mudança. Você poderá mostrar-lhes o que você sente e pensa a respeito das mudanças da vida e nas pessoas. Não feche a janela em que você está debruçado. Convide seu amigo amigo para estar ao seu lado para que vocês possam ter a mesma perspectiva. Tenho certeza que se assim procedermos, estaremos convencidos que dentro de algum tempo não será tão difícil mudar…”.

(Anjos Guardiães e Cabalísticos – Ângela Druzian)

Achei esse texto interessante em um blog e resolvi postá-lo , o texto fala  sobre as mulheres que amam demais...


Quando o amor ultrapassa fronteirase torna-se o nosso pior inimigo
Amar demasiado não significa amar muitos homens, ou apaixonar-se com muita frequência, ou mesmo ter um grande amor genuíno por alguém. Significa na realidade, ficar obcecada por um homem e chamar isso de amor, permitindo que tal sentimento controle as suas emoções e boa parte do seu comportamento
, mesmo percebendo que exerce influência negativa sobre sua saúde e bem-estar, e ainda assim achando-se incapaz de opor-se a ele. Significa medir a intensidade do seu amor pela quantidade de sofrimento.
E incluem-se aí mulheres que amam demais os filhos, a família, o parceiro, sentimento no qual chamamos de dependência de pessoas. Mulheres que ultrapassam os próprios limites por amor, por excesso de amor; e que por ultrapassarem, por se excederem, perdem a noção do comportamento que desenvolvem na relação elas retificam-se, redimem-se, mas reincidem nestes comportamentos. E este círculo vicioso acaba levando-as a comportamentos auto-destrutivos e a sintomas de doenças.
De certa forma incapazes de demonstrar suas emoções de outra maneira, as “madas” desenvolvem comportamentos e atitudes de perseguições constantes, vigilância, superproteção e até agressividade. Isto mesmo. Feridas até a alma no seu amor, agridem o objeto deste amor.
As Mulheres que amam demais têm pouca consideração com a sua integridade pessoal, dentro de um relacionamento amoroso. Concentram a sua energia na mudança do comportamento e sentimentos de outra pessoa com relação a elas, através de manipulações desesperadas com o intuito de conseguirmos domínio sobre elas.
Quando as nossas experiências na infância são bastante dolorosas, somos frequentemente compelidos a recriar situações parecidas em nossa vida
Quando acontece algo muito doloroso emocionalmente e dizemos a nós mesmas que falhamos, estamos na verdade dizendo que temos controle sobre isso: se nos modificarmos, o sofrimento cessará. Esse pensamento vale para todas nós. A dinâmica está por trás de muitas das auto-acusações em mulheres que amam demais. Culpando-nos, prendemo-nos à esperança de que seremos capazes de descobrir onde está o erro e corrigi-lo, controlando dessa forma, a situação e fazendo o sofrimento cessar.
MADA – Mulheres que Amam Demais Anônimas é um programa de recuperação para mulheres que têm como objetivo primordial se recuperar da dependência de relacionamentos destrutivos, aprendendo a se relacionar de forma saudável consigo mesma e com os outros.
O grupo foi criado baseado no livro “Mulheres que Amam Demais”, de 1985, da autora Robin Norwood, Ed. ARX. A psicóloga e terapeuta familiar Robin Norwood escreveu o livro baseado na sua própria experiência e na experiência de centenas de mulheres envolvidas com dependentes químicos. Ela percebeu um padrão de comportamento comum em todas elas e as chamou de “mulheres que amam demais. Ninguém se transforma numa mulher que ama demais por acaso. Crescer como mulher nesta sociedade e em famílias desajustadas, pode gerar padrões previsíveis Achávamos que amar demais e consequentemente sofrer demais era normal, mas, sofríamos as consequências de nossas atitudes
FAÇA O TESTE PARA SABER SE VOCÊ É MADA.
Responda Sim, ou Nao as perguntas abaixo, para aquelas que tenha duvida pense e responda mais tarde .
1.Você vem de um lar desajustado em que suas necessidades emocionais não foram satisfeitas?
2.Como não recebeu um mínimo de atenção, você tenta suprirmir a sua necessidade insatisfeita através de outra pessoa, tornando-se superatenciosa, principalmente com homens aparentemente carentes?
3.
Como não pode transformar os seus pais nas pessoas atenciosas, amáveis e afetuosas de que precisava, Você reage fortemente ao tipo de homem familiar mas inacessível, o qual tenta, mais uma vez transformar através de seu amor?
4.Com medo de ser abandonada, faz qualquer coisa para impedir o fim do relacionamento?
5.Se for para “ajudar” o homem com quem está envolvida, acha que: quase nada é problema, não toma o seu tempo, nem custa demais?
6.Habituada à falta de amor nos seus relacionamentos pessoais, está disposta a ter paciência, esperança, tentando agradar cada vez mais?
7.
Está disposta a arcar com mais de 50% da responsabilidade, da culpa e das falhas em qualquer relacionamento?
8.A sua auto-estima está criticamente baixa, e no fundo não acredita que mereçe ser feliz. Ao contrário, acredita que deve conquistar o direito de desfrutar da vida?
9.Como experimentou pouca segurança na infância, tem uma necessidade desesperadora de controlar os homesns com que se relaciona e os seus relacionamentos. Mascara os seus esforços para controlar as pessoas e as situações, mostrando-se “prestativa” ?
10.Está muito mais em contacto com o sonho de como o relacionamento poderia ser, do que com a realidade da situação?
11.É uma pessoa dependente de homens e de sofrimento espiritual?
12.Tende e com frequência, bioquimicamente a se tornar dependente de drogas, álcool e/ou certos tipos de alimento, principalmente doces?
13.Ao ser atraída por pessoas com problemas que precisam de solução, ou ao se envolver em situações caóticas incertas e dolorosas emocionalmente, Evita concentrar a responsabilidade em si própria?
14.Você tende a ter momentos de depressão, e tenta preveni-los através da agitação criada por um relacionamento instável?
15.Você não tem atração por homens gentis, estáveis, seguros e que estão interessados em si. Acha que esses homens “agradáveis” são enfadonhos?
RESULTADO
Se você respondeu SIM para mais de 5 perguntas sugerimos a leitura desses livros para um conhecimento maior sobre o tema.
Bibliografia sugerida:Mulheres que Amam Demais – Mulheres vencedoras – De Mariazinha a Maria – Mulheres boas vão para o céu, as más vão para a luta – Adeus Bela Adormecida – Mentiras que os homens contam.
 
Fonte: 
http://www.todavoce.com.br/testando/mulheres-que-amam-demais


Agora é com você....

Quem não deseja, após as fadigas de uma longa caminhada, encontrar um lugar onde possa descançar à sombra de árvores frondosas; refrigerar-se com a água fresca e cristalina de uma fonte e respirar o odôr de flôres perfumadas?
Assim, na jornada da vida, quão intoleráveis e áridos não seriam os nossos dias, se não tivéssemos para amenizá-los, a Esperança, essa "amável companheira da vida" que tanto nos alenta e estimula. Sem ela, o lavrador não teria tanta perseverança e constância para cultivar a terra, o marinheiro não arrostaria a sanha do mar furioso e embravecido; o enfermo não suportaria suas dôres, nem o cativo o peso do seu cativeiro.
...Não fôra a Esperança, sucumbiriamos ao peso dos males que se sucedem. "Ela tem a arte de separar de nós o que está em contáto conosco, e aproximar de nós o que julgamos inatingível; livrá-nos do presente, quando inoportuno, e nos traz o futuro, quando êste parece vantajoso".
Não existe lar, rico ou pobre, que não a acolha; não há coração, altivo ou humilde que não o abrigue. Por onde passa, deixa benefícios e consolações, sobretudo nos lares construidos em choupanas e casebres rústicos e nos corações desesperados e aflitos.
Se os corações abrigam essa esperança terrena, tão sujeita aos enganos, por que não acolher a mais promissôra esperança a divina, que não consente esperemos em vão? Po mais que nos alimentemos dessa Esperança, nunca será demasiado, pois tem por fim levantar-nos, fortalecer-nos, aliviar-nos as dôres e estancar-nos as lágrimas.
Saturemos nosso coração dessa Esperança, fresca viração que ameniza os ardores da vida. Estrela que brilha no firmamento da existência, nas noites mais sombrias; artista que sabe colocar sobre as urzes que cobrem nossa vida, flôres aromáticas; acorde melodioso extraídos das cordas de uma harpa, cujo som nos acompanha a vida até o dia em que alcançarmos o lugar que Deus nos reservou.




 Um beijo enorme da amiga Lívia Sallen Pires...!

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