- Quando o amor ultrapassa fronteirase torna-se o nosso pior inimigo
Amar demasiado não significa amar muitos homens, ou apaixonar-se com muita frequência, ou mesmo ter um grande amor genuíno por alguém. Significa na realidade, ficar obcecada por um homem e chamar isso de amor, permitindo que tal sentimento controle as suas emoções e boa parte do seu comportamento, mesmo percebendo que exerce influência negativa sobre sua saúde e bem-estar, e ainda assim achando-se incapaz de opor-se a ele. Significa medir a intensidade do seu amor pela quantidade de sofrimento. E incluem-se aí mulheres que amam demais os filhos, a família, o parceiro, sentimento no qual chamamos de dependência de pessoas. Mulheres que ultrapassam os próprios limites por amor, por excesso de amor; e que por ultrapassarem, por se excederem, perdem a noção do comportamento que desenvolvem na relação elas retificam-se, redimem-se, mas reincidem nestes comportamentos. E este círculo vicioso acaba levando-as a comportamentos auto-destrutivos e a sintomas de doenças. De certa forma incapazes de demonstrar suas emoções de outra maneira, as “madas” desenvolvem comportamentos e atitudes de perseguições constantes, vigilância, superproteção e até agressividade. Isto mesmo. Feridas até a alma no seu amor, agridem o objeto deste amor. As Mulheres que amam demais têm pouca consideração com a sua integridade pessoal, dentro de um relacionamento amoroso. Concentram a sua energia na mudança do comportamento e sentimentos de outra pessoa com relação a elas, através de manipulações desesperadas com o intuito de conseguirmos domínio sobre elas. Quando as nossas experiências na infância são bastante dolorosas, somos frequentemente compelidos a recriar situações parecidas em nossa vida Quando acontece algo muito doloroso emocionalmente e dizemos a nós mesmas que falhamos, estamos na verdade dizendo que temos controle sobre isso: se nos modificarmos, o sofrimento cessará. Esse pensamento vale para todas nós. A dinâmica está por trás de muitas das auto-acusações em mulheres que amam demais. Culpando-nos, prendemo-nos à esperança de que seremos capazes de descobrir onde está o erro e corrigi-lo, controlando dessa forma, a situação e fazendo o sofrimento cessar. MADA – Mulheres que Amam Demais Anônimas é um programa de recuperação para mulheres que têm como objetivo primordial se recuperar da dependência de relacionamentos destrutivos, aprendendo a se relacionar de forma saudável consigo mesma e com os outros. O grupo foi criado baseado no livro “Mulheres que Amam Demais”, de 1985, da autora Robin Norwood, Ed. ARX. A psicóloga e terapeuta familiar Robin Norwood escreveu o livro baseado na sua própria experiência e na experiência de centenas de mulheres envolvidas com dependentes químicos. Ela percebeu um padrão de comportamento comum em todas elas e as chamou de “mulheres que amam demais. Ninguém se transforma numa mulher que ama demais por acaso. Crescer como mulher nesta sociedade e em famílias desajustadas, pode gerar padrões previsíveis Achávamos que amar demais e consequentemente sofrer demais era normal, mas, sofríamos as consequências de nossas atitudes FAÇA O TESTE PARA SABER SE VOCÊ É MADA. Responda Sim, ou Nao as perguntas abaixo, para aquelas que tenha duvida pense e responda mais tarde . 1.Você vem de um lar desajustado em que suas necessidades emocionais não foram satisfeitas? 2.Como não recebeu um mínimo de atenção, você tenta suprirmir a sua necessidade insatisfeita através de outra pessoa, tornando-se superatenciosa, principalmente com homens aparentemente carentes? 3.Como não pode transformar os seus pais nas pessoas atenciosas, amáveis e afetuosas de que precisava, Você reage fortemente ao tipo de homem familiar mas inacessível, o qual tenta, mais uma vez transformar através de seu amor? 4.Com medo de ser abandonada, faz qualquer coisa para impedir o fim do relacionamento? 5.Se for para “ajudar” o homem com quem está envolvida, acha que: quase nada é problema, não toma o seu tempo, nem custa demais? 6.Habituada à falta de amor nos seus relacionamentos pessoais, está disposta a ter paciência, esperança, tentando agradar cada vez mais? 7.Está disposta a arcar com mais de 50% da responsabilidade, da culpa e das falhas em qualquer relacionamento? 8.A sua auto-estima está criticamente baixa, e no fundo não acredita que mereçe ser feliz. Ao contrário, acredita que deve conquistar o direito de desfrutar da vida? 9.Como experimentou pouca segurança na infância, tem uma necessidade desesperadora de controlar os homesns com que se relaciona e os seus relacionamentos. Mascara os seus esforços para controlar as pessoas e as situações, mostrando-se “prestativa” ? 10.Está muito mais em contacto com o sonho de como o relacionamento poderia ser, do que com a realidade da situação? 11.É uma pessoa dependente de homens e de sofrimento espiritual? 12.Tende e com frequência, bioquimicamente a se tornar dependente de drogas, álcool e/ou certos tipos de alimento, principalmente doces? 13.Ao ser atraída por pessoas com problemas que precisam de solução, ou ao se envolver em situações caóticas incertas e dolorosas emocionalmente, Evita concentrar a responsabilidade em si própria? 14.Você tende a ter momentos de depressão, e tenta preveni-los através da agitação criada por um relacionamento instável? 15.Você não tem atração por homens gentis, estáveis, seguros e que estão interessados em si. Acha que esses homens “agradáveis” são enfadonhos? RESULTADO Se você respondeu SIM para mais de 5 perguntas sugerimos a leitura desses livros para um conhecimento maior sobre o tema. Bibliografia sugerida:Mulheres que Amam Demais – Mulheres vencedoras – De Mariazinha a Maria – Mulheres boas vão para o céu, as más vão para a luta – Adeus Bela Adormecida – Mentiras que os homens contam.
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- Fonte:
http://www.todavoce.com.br/testando/mulheres-que-amam-demais
- Agora é com você....
- Quem não deseja, após as fadigas de uma longa caminhada, encontrar um lugar onde possa descançar à sombra de árvores frondosas; refrigerar-se com a água fresca e cristalina de uma fonte e respirar o odôr de flôres perfumadas?
Assim, na jornada da vida, quão intoleráveis e áridos não seriam os nossos dias, se não tivéssemos para amenizá-los, a Esperança, essa "amável companheira da vida" que tanto nos alenta e estimula. Sem ela, o lavrador não teria tanta perseverança e constância para cultivar a terra, o marinheiro não arrostaria a sanha do mar furioso e embravecido; o enfermo não suportaria suas dôres, nem o cativo o peso do seu cativeiro.
...Não fôra a Esperança, sucumbiriamos ao peso dos males que se sucedem. "Ela tem a arte de separar de nós o que está em contáto conosco, e aproximar de nós o que julgamos inatingível; livrá-nos do presente, quando inoportuno, e nos traz o futuro, quando êste parece vantajoso".
Não existe lar, rico ou pobre, que não a acolha; não há coração, altivo ou humilde que não o abrigue. Por onde passa, deixa benefícios e consolações, sobretudo nos lares construidos em choupanas e casebres rústicos e nos corações desesperados e aflitos.
Se os corações abrigam essa esperança terrena, tão sujeita aos enganos, por que não acolher a mais promissôra esperança a divina, que não consente esperemos em vão? Po mais que nos alimentemos dessa Esperança, nunca será demasiado, pois tem por fim levantar-nos, fortalecer-nos, aliviar-nos as dôres e estancar-nos as lágrimas.
Saturemos nosso coração dessa Esperança, fresca viração que ameniza os ardores da vida. Estrela que brilha no firmamento da existência, nas noites mais sombrias; artista que sabe colocar sobre as urzes que cobrem nossa vida, flôres aromáticas; acorde melodioso extraídos das cordas de uma harpa, cujo som nos acompanha a vida até o dia em que alcançarmos o lugar que Deus nos reservou.
Um beijo enorme da amiga Lívia Sallen Pires...! |
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